Tem Menina no Circuito


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Tem menina nas redes sociais

E aí, está gostando do nosso site? Mas não tem só ele não!

Segue nosso Instagram (https://www.instagram.com/temmeninanocircuito/) e curte nossa página lá no Facebook (https://www.facebook.com/temmeninanocircuito/). Cada rede social tem um tipo de conteúdo diferente, todos focados no mesmo assunto: meninas na ciência.

Por exemplo, no Facebook compartilhamos várias notícias de meninas que estão alcançando destaque e também sobre inovações. No Instagram, normalmente, postamos os eventos nos quais o projeto participa, assim como trabalhos feitos por quem vai nas oficinas. Já esse site que você está lendo, além de falar sobre essas coisas citadas, é focado em tutoriais/explicações de como fazer alguma coisa e “o que é”.

Aproveite todo nosso conteúdo!

Divulgação (mídias sociais).

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Semana das Meninas e Mulheres na Ciência

De 5 a 9 de novembro desse ano estivemos na Semana das Meninas e Mulheres na Ciência (http://mmciencia.com.br/), realizada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Recebemos jovens de diferentes idades: do ensino fundamental ao ensino médio. Foi ótimo ver crianças se interessando pelas oficinas e, ainda mais, entendendo muito bem a explicação do que faziam.

Confira abaixo partes do que aconteceu durante o evento:

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Como fazer um circuito com som

Os circuitos que fazemos convertem a energia elétrica das baterias (fonte) em outra forma de energia. Os circuitos que usam LED transformam em energia luminosa, como já foi explicado em outra matéria do site (https://temmeninanocircuito.wordpress.com/2018/05/31/o-que-e-um-circuito-eletrico/); já o que explicaremos a seguir, tem a conversão em energia sonora.

O bom desse tipo de circuito é que, no nosso exemplo, dá uma alternativa para quem não tem fio de cobre. Nele usamos clips, que são encontrados em qualquer papelaria, para fazerem o papel de meio condutor. Enquanto o LED é substituído por um Buzzer (peça que funciona como uma “sirene”), que pode ser encontrado na internet custando menos de dois reais a unidade. Ele tem “perninhas”: a que está no lado em que aparece o sinal de + é a positiva e a outra, a negativa (veja as imagens para entender melhor).

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O processo de montagem desse circuito é simples: usamos como base um papelão; nele, fixamos “bailarinas” (colchetes), aquela peça de metal que tem “pernas” para serem fixadas (são encontradas facilmente em papelarias, veja imagem para saber o que são); os clips (material condutor) são presos nos colchetes, de preferência formando um desenho criativo; então, nos atentando aos pólos positivo e negativo (também explicado na postagem “O que é um circuito elétrico”) colocamos a bateria, em contato com o clips, num lado e o buzzer na parte de trás do papelão, mas na outra ponta do circuito, enquanto as “perninhas” dele ficam no lado da frente (lado do desenho), fechando o circuito. Assim, toda vez que o último clips encostar na “perninha” do buzzer, será emitido o som.

OBS.: infelizmente, não conseguimos anexar o vídeo para ouvirem, mas olhe nosso Instagram para visualizá-lo, nesse link: https://www.instagram.com/p/Bpp0Pbol5JQ/?hl=pt-br&taken-by=temmeninanocircuito


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Por que tem MENINA no circuito? (Discussão sobre Nobel de física 2018)

Ontem, dia 2 de outubro, foi liberada a notícia sobre quais são os ganhadores do prêmio Nobel de física desse ano. O mais curioso não foi a pesquisa dos ganhadores, mas sim o fato de a pesquisadora entre esses ser apenas a TERCEIRA mulher a conseguir tal prêmio (além de isso acontecer só depois de 55 anos em que a segunda ganhou). Isso diz muito sobre a sociedade em que vivemos, onde meninas e mulheres, apesar de conseguirem fazer trabalhos tão fantásticos quanto os dos homens (e, por vezes, até mais fantásticos) serem subjugadas.

Visto isso, cabe a discussão do porquê de o projeto desse blog ser focado em meninas. Normalmente, elas não são encorajadas a estudar, pois são vistas como pessoas que têm que cuidar da casa, do parceiro e afins. E ainda, as que estudam, são quase forçadas a trabalharem nas áreas de “cuidados com outros”, como enfermagem, por exemplo. Então, as poucas que conseguem se dedicar à área que gostam, seja essa na ciência ou não, percorrem um caminho cheio de obstáculos só por conta de seu gênero; muitas vezes são desacreditadas, mesmo tendo boas pesquisas, e são vistas como menos inteligentes que os homens da mesma atuação.

O projeto “Tem menina no circuito” veio para incentivar adolescentes do ensino médio a conhecerem a ciência. O que não as obriga a seguirem essa área, mas as faz ter direito de escolha com um conhecimento mais amplo de outra perspectiva não muito comum. Por exemplo, já teve menina que participou ativamente do projeto e está fazendo Letras na faculdade. E isso é ótimo! A questão é mostrar coisas novas para as meninas; é não perder uma futura cientista só porque, por conta da precária educação brasileira e dos preconceitos sociais, ela não sabia o que é ciência.


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Tem CRIANÇA no circuito

Você sabia que o projeto “Tem menina no circuito” originou o “Tem criança no circuito”? Sim, a ideia mostrou, em oficinas ministradas, que o conhecimento de circuitos e eletrônica em geral pode ser moldado para incentivar crianças (independente do gênero) a se interessarem por ciência.

O “Tem criança no circuito” também funciona para adolescentes, pois tem os mesmos princípios que o “tem menina”. A diferença é que o das crianças oferece oficinas avulsas, ou seja, vai a escolas e museus, e recebe alunos no Espaço Maker (sala que funciona como laboratório de ambos os projetos), que se encontra na UFRJ. Porém, isso é feito apenas uma vez (exceto se a criança for levada a mais de um evento que o programa participa). Por outro lado, o das meninas visa ir em alguma escola específica e fazer um “acompanhamento” por um tempo com as meninas que quiserem, para ensiná-las não só o que é dado nas oficinas, mas também conceitos mais detalhados.

No site do “tem criança” (https://temcriancanocircuito.wordpress.com/) você pode saber como agendar visitas para seu colégio, como fazer algumas oficinas e fica por dentro de eventos nos quais a equipe participa.

 

 


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O que é programação

Muitas fontes dizem que programar é o ato de contar, ordenar etc; mas, de forma resumida, programar é simplesmente estabelecer tarefas, assim como você programa o que vai fazer durante seu dia.

Os computadores não realizam coisas sozinhos, como achamos que fazem. Eles executam comandos que um programador (pessoa) fez antes de você, usuário (como é chamado quem usa, sem programar, as funções do computador), usar seu PC.

A programação depende do programador e da linguagem, isto é, em que “idioma” vão estar escritas as tarefas que serão dadas ao computador. Alguns exemplos de linguagem são: C (linguagem na qual é operado o Arduino, sobre o qual temos um post no site, https://temmeninanocircuito.wordpress.com/2018/05/28/o-que-e-arduino/); Python (uma das linguagens mais fáceis e muito utilizada atualmente); Java; dentre outras. Cada linguagem vai escrever a mesma coisa de uma forma diferente no programa, assim como escrevemos “idioma” em português e “language” em inglês.

O programa também é chamado de código e significa o mesmo: escrever instruções para o computador executar uma função específica.

Spoiler: teremos mais posts sobre programação no site. Fiquem de olho.

Programação

Exemplo de programa na linguagem Python. Imagem corresponde ao programa escrito.

 

Imagem corresponde ao programa sendo executado.